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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

REAPROVEITANDO O SACO DE ARROZ

Hoje vou deixar uma dica super simples para que você possa reaproveitar o saco de arroz.


Normalmente as pessoas não costumam pensar em dar uma "segunda vida" às coisas que descartam.

Além de ser algo essencial, pois os recursos em nosso planeta são finitos, isto está ligado diretamente ao conceito de reaproveitamento ou reciclagem de materiais.

Ao esvaziar o saco de arroz, use-o para descartar outros itens recicláveis, como papel, metal, vidro e até mesmo produtos de plástico, caso existe coleta seletiva na área onde você mora.


Ele serve como um bom saquinho de lixo, pois é resistente.

Faça sua parte para ajudar o planeta.

Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho

Aproveito para deixar uma dica de um livro livro para seus filhos, que fala sobre reciclagem:


sábado, 3 de novembro de 2012

RECEITA DE PICADINHO DE CARNE AGRI-DOCE


Segue uma receita de picadinho de carne que tem ingredientes simples, de baixo custo, e com um gosto diferente para fugir um pouco da rotina das refeições do dia-a-dia.

INGREDIENTES
  • 800 gramas de fraldinha sem gordura, picada em pedaços bem pequenos, temperada com sal
  • 3/4 de um talo de alho poró cortado em cubos pequenos
  • 1 cenoura cortada em cubos pequenos
  • 1 cebola cortada em cubos pequenos
  • 2 dentes de alho moídos
  • 1 pimenta dedo-de-moça picada em pedaços bem pequenos
  • 3 tomates sem pele, sem sementes, cortados em cubos
  • 2 xícaras de caldo de carne
  • 100 ml de vinho tinto seco
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 1 colher de chá de açúcar
  • 1 colher de sobremesa de Maisena
  • 1/2 xícara de água
  • 1 folha de louro
  • 1 cravo-da-índia
  • Sal a gosto

MODO DE PREPARO

Comece dourando a carne no azeite, em fogo médio-alto.

Em seguida acrescente o alho, alho-poró, cebola, cenoura, pimenta dedo-de-moça e o açúcar. Mexa bem e deixe cozinhar até secar um pouco a água.

Junte o vinho e o tomate. Em fogo médio, com a tampa da panela aberta, deixe evaporar.

Coloque o louro, o cravo-da-índia e o caldo de carne, mexa bem e deixe cozinhar em fogo médio, com a panela tampada por cerca de 20 minutos, mexendo de vez em quando.

Acerte o sal.

Dilua bem a Maisena em 1/2 xícara de água e vire na panela, mexendo sem parar para não "empelotar".

Cozinhe por mais uns 4 minutos, mexendo sempre.

Sirva acompanhado de arroz branco e farofa, ou então batatas fritas.

Texto e foto : Wilson Luiz Negrini de Carvalho

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PASSANDO A SEMANA NA BAHIA






Na semana que começou em 12/12/2011 eu tive que viajar a serviço para a Bahia.

Fui na terça-feira e retornei na sexta-feira. Foi bastante "corrido".

Saía do hotel antes das 07:00 da manhã, e retornava depois das 19:00 horas.

Fiquei hospedado em Salvador, na região de Ondina, mas o local onde ia trabalhar ficava em Camaçari. Digamos que o dia que consegui fazer a viagem mais rápida entre meu hotel em Salvador e a empresa em Camaçari, ela durou cerca de 70 minutos.

Trabalho, tive muito, mesmo depois quando chegava ao hotel com a pretensão de descansar.

Um colega de trabalho, gentilmente se ofereceu para me levar no fim de uma tarde até o Mercado Central para comprar umas lembranças. Salvador é uma cidade grande e muito bonita.

Tive a oportunidade de experimentar pela primeira vez a moqueca de camarão, acompanhada de arroz, pirão e farofa de dendê: é uma delícia. Ser você nunca comeu, vale a pena experimentar.

Da janela do meu quarto do hotel, consegui tirar umas fotos do nascer do sol, que ficaram legais. No último dia, indo para o serviço, me dei ao luxo de parar por 5 minutos no estacionamento ao lado da praia para tirar uma foto. Fora isto, as demais fotos foram tiradas de dentro do carro, quando o semáforo fechava.

De qualquer forma, foi uma experiência profissional interessante, onde pude conhecer pessoas muito legais e acolhedoras.

Espero em breve poder voltar a Salvador, mas em férias, para que eu possa conhecer todos os pontos turísticos legais, que eu sei que tem por lá.

Fiz um vídeo com algumas cenas do nascer do sol e da região onde fiquei hospedado. Ele pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=motEjBcq2uU

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

sexta-feira, 19 de março de 2010

EQUIVALÊNCIAS

Quanto você paga em um quilo de arroz? Dependendo do tipo, qualidade e marca, aproximadamente R$ 2,00.

Quanto você paga em um quilo de feijão? Dependendo do tipo, qualidade e marca, aproximadamente R$ 2,40.

Quanto você paga em um quilo de orégano? Dependendo do tipo, qualidade e marca, aproximadamente R$ 170,00.

Será que fiz a conta errada? Não! O preço do quilo do orégano é aproximadamente R$ 170,00.

O consumidor não nota isto porque compra saquinhos de 10 gramas, e paga R$ 1,70 cada saquinho. Barato, certo? O consumidor deve pensar que sim, mas não é.

Eu me pergunto: o que existe na produção do orégano, que faz com que ele custe tão caro assim?

O que é que você faria com R$ 170,00? Dá para fazer um "churrasquinho" legal com os amigos no fim de semana em casa.

Deixe eu pegar um outro exemplo: fui ver quanto custava um cartucho de tinta preta contendo 5 ml de tinta, para minha impressora jato de tinta. O cartucho custa R$ 35,00 e fazendo os cálculos, o litro da tinta custa R$ 7000,00. É claro que devemos levar em conta o preço do cartucho plástico em si e sua embalagem, mas ainda assim, R$ 7000,00 é simplesmente um absurdo.

É claro que você não gasta R$ 7000,00 em tinta, mas paga proporcionalmente, ao comprar um cartucho de tinta por R$ 35,00.

O que será que existe de tão caro nesta tinta para que seu litro custe R$ 7000,00? E o que você faria com R$ 7000,00? Pelo preço de hoje do ouro, você compraria uma barra de 100 gramas de ouro e ainda sobraria dinheiro.

Nada tenho contra os fabricantes de cartuchos de tinta, e nem contra os produtores de orégano. Existem muitas outras coisas onde temos a mesma situação. Na verdade usei estes dois exemplos, pois já os havia visto em um outro comentário enviado por um amigo, e isto realmente me chamou a atenção.

O consumidor muitas vezes não percebe o quanto está pagando, e ele continua comprando, e os preços continuam abusivos.

Faço parte da população brasileira, que já é prejudicada pelos impostos escorchantes cobrados pelo governo. E eles são usados para que mesmo? Sem comentários...

Diariamente, vemos preços abusivos por todos os lados e eles continuam subindo...

O único jeito que temos para baixar os preços é diminuir o consumo.

Você já pensou em imprimir somente aquilo que realmente precisa? Você também estará ajudando a natureza, consumindo menos papel.

Deixando esta estória de tinta de impressora de lado, vamos olhar as coisas de maneira mais abrangente... Tudo que você compra, você consome de verdade ou joga fora? Você realmente tem necessidade de comprar aquilo? Você gosta de jogar dinheiro fora?

É claro que cada um é dono de sua própria vida e sabe o que faz com seu dinheiro. Contudo, não custa refletir um pouco nas coisas que estão escritas neste texto.
( Texto : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )