domingo, 24 de outubro de 2010

AGORA QUE ESTOU VIVO


Este texto faz parte de uma apresentação que recebi da Zulmira, uma colega do grupo do Life. Ele me faz lembrar de um dos grandes momentos do treinamento.

Ninguém viverá para sempre, por isso, aproveitemos ao máximo a companhia daqueles que realmente fazem a diferença em nossa vida. Segue o texto:

"Prefiro que partilhe comigo uns poucos minutos agora que estou vivo, e não uma noite inteira quando eu morrer.

Prefiro que aperte suavemente a minha mão agora que estou vivo, e não apóies o teu corpo sobre mim quando eu morrer.

Prefiro que faça um só telefonema agora que estou vivo, e não uma inesperada viagem quando eu morrer.

Prefiro que me ofereça uma só flor agora que estou vivo, e não me envie um formoso ramo quando eu morrer.

Prefiro que elevemos ao céu uma oração agora que estou vivo, e não uma missa quando eu morrer.

Prefiro que me diga palavras de alento agora que estou vivo, e não um dilacerante poema quando eu morrer.

Prefiro que toque um só acorde de guitarra agora que estou vivo, e não uma comovente serenata quando eu morrer.

Prefiro que me dedique uma pequena prece agora que estou vivo, e não um pomposo discurso quando eu morrer.

Prefiro desfrutar de todos os mínimos detalhes agora que estou vivo, e não de grandes manifestações quando eu morrer.

Prefiro que diga o que sente por mim agora que estou vivo, do que ouvir um grande lamento porque não me disse a tempo, depois que estiver morto."

(Autor desconhecido)

sábado, 23 de outubro de 2010

O QUE É O TEMPO?


O Daniel, um colega do grupo do Life enviou-nos uma mensagem que fala um pouco sobre a vida:

"Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio.

Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido.

Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: As perdas do ser humano.

Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos.

Começamos a vida em perda e nela continuamos.

Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem.

Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói.

E continuamos a perder e seguimos a ganhar.

Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas por que alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair… E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. Por que? Perguntamos a todos e de tudo.

Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.

Estamos crescendo.Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer...

Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros. Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade. Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres.Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda tememos dizer-lhe isso. Receamos dar risadas escandalosamente da bermuda ridícula do vizinho ou puxar as pelanquinhas do braço da avó com a maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto. Estamos crescidos e nos ensinam que não devemos ser tão sinceros.

E aprendemos.

E vamos adolescendo ganhamos peso, ganhamos pêlos, ganhamos altura, ganhamos o mundo. Neste ponto, vivemos em grande conflito. O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos. Ah! os sonhos!!! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo. Aí, de repente, caímos na real!

Estamos amadurecendo, todos nos admiram. Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. Mas não é justamente essa a condição que nos coloca teoricamente acima dos outros animais? A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?

E continuamos amadurecendo ganhamos um carro novo, um companheiro(a), ganhamos um diploma. E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. Mas perdemos peso!!! Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos–lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos, ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade.

E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos.

De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso, e perdemos cabelos. Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir, perdemos a esperança. Estamos envelhecendo.

Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo.

Que a gente cresça e não envelheça simplesmente.

Que tenhamos dores nas costas e que alguém que as massageie.

Que tenhamos rugas e boas lembranças.

Que tenhamos juízo, mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia.

Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos.

E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos, sintam-se amados mais do que saibam-se amados.

Afinal, o que é o tempo?"

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

CAMPANHA


Joelma, uma colega de trabalho que está bastante envolvida com o trabalho de assitência a animais de rua, pediu-me para divulgar este cartaz, que trata da castração de animais.

Mais do que aos animais de rua, ela se aplica também aos animais que temos em casa.

Observe o cartaz e tire suas próprias conclusões.

domingo, 3 de outubro de 2010

VALORES PESSOAIS


O texto abaixo é apenas uma brincadeira, mas simboliza de certa forma o desrespeito que praticamente todo mundo tem com os valores de outras pessoas. Aquilo que é importante para você, nem sempre será importante para os outros:

"Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.

Ele se vira para o chinês e pergunta:

- Desculpe-me, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?

E o chinês responde:

- Sim, geralmente na mesma hora que o seu vem cheirar as flores!

Respeitar as opções do outro em qualquer aspecto é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.

As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente."

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

FRASES QUE GOSTO (OUTUBRO 2010)

Frases deste mês:
  • O que pensamos afeta a emoção, infecta a memória e gera as misérias psíquicas. - Augusto Cury
  • Que a tua sabedoria não seja humilhação para o teu próximo. Guarda domínio sobre ti mesmo e nunca te abandones à tua cólera. Se esperas a paz definitiva, sorri ao destino que te fere; não firas a ninguém.
  • O duro não é o viver. Duro mesmo é o perder a vontade de viver, é o deixar a vida correr. Sonhe, sonhe alto, deixe de pensar em mixaria. - Paulo Gaefke
  • O futuro não é um lugar onde estamos indo, mas um lugar que estamos criando. O caminho para ele não é encontrado, mas construído e o ato de fazê-lo muda tanto o realizador quando o destino. - Antoine de Saint-Exupery
  • Não tenha medo de crescer lentamente. Tenha medo de ficar estacionado.

domingo, 26 de setembro de 2010

O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA


Minha tia do Rio Grande do Sul enviou-me um texto bem inteligente e atual. Procurei seu autor na Internet, mas tem tanta gente dizendo ser autor dele, que eu não sei dizer quem realmente o é. Segue o texto:

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas.

O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal: “Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável! Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta“.

Ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pôde dar ao pupilo que se iniciava numa carreira difícil.

Isso, na Inglaterra. Imaginem aqui, no Brasil.

Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa: “Há tantos burros mandando em homens de inteligência que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma Ciência”.

A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência.

Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder.

Mas, é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar.

Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos.

Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida.

É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social. Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota, automaticamente, a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras, à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.

Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam "com uma perna nas costas". Enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender. É um paradoxo angustiante!

Infelizmente, temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida.

Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues... "Finge-te de idiota, e terás o céu e a terra".

O problema é que os inteligentes gostam de brilhar! Que Deus os proteja, então, dos medíocres!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

AS APARÊNCIAS ENGANAM


Minha colega de trabalho, Luciana, está sempre enviando textos bem interessantes para mim. Não é a primeira vez que coloco aqui, algo enviado por ela.

"Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.

Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 Réis e outra menor, de 2.000 Réis.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de riso para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

O suposto tolo respondeu: Eu sei que ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a de maior valor, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda."

Comentários finais sobre a estória:

* Quem parece idiota, nem sempre é.
* Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
* Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010